André Nery é engenheiro por formação, mas dedica-se a fotografia desde meados dos anos 90. A fotografia outdoors é seu tema preferido, embora a arquitetura, tanto urbanística como de interiores, ocupe boa parte de sua agenda. Desde 2005 vem se especializando nos softwares de tratamento de imagem tendo realizado cursos nos EUA com os maiores nomes da indústria. Em 2006 ministrou palestras no Photoshop Conference em São Paulo e tornou-se membro da National Association of Photoshop Professionals (NAPP). No ano seguinte montou o próprio estúdio onde, além da fotografia, trabalha no tratamento de imagens e impressão. É nesse mesmo local que ministra uma série de cursos sobre Photoshop, Lightroom e fluxo digital.
Claudio Menëghetti graduou-se em Análise de Sistemas pela Unisinos em 1992. Iniciou suas atividades em fotografia em 1995, quando decidiu transformar seu principal hobby em profissão. Depois de trabalhar com outros fotógrafos, montou estúdio próprio no ano de 2001 para atender o mercado de publicidade, principalmente com agências de propaganda e clientes diretos, filiando-se a Associação Brasileira dos Fotógrafos de Publicidade (ABRAFOTO). Foi finalista do principal concurso de fotografia publicitária do Brasil nos dois anos em que participou: Prêmio Fundação Conrado Wessel de Fotografia 2002 e 2005. Hoje trabalha com as principais agências de propaganda do Rio Grande do Sul, atendendo clientes como FIERGS/SENAI, Tramontina, Fundação Bienal do Mercosul, Olympikus, Nacional Supermercados, Iguatemi, Claro, Grupo Gerdau e Azaléia.
Clovis Dariano estudou pintura com Paulo Porcella de 1965 a 1967; diplomou-se como técnico em propaganda em 1969; cursou o Instituto de Artes da UFRGS de 1970 a 1974; realizou pesquisas em arte conceitual com Julio Plaza de 1972 a 1973; estudou gravura em metal com Iberê Camargo em 1973; e fotografa e dirige o seu próprio estúdio desde 1970. Em 1977 funda o “Nervo Óptico – uma publicação aberta às novas poéticas visuais”, juntamente com os artistas Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Mara Álvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos. Possui obras no Museu Francês da Fotografia, Museu de Arte da UFRGS, na coleção Joaquim Paiva, Coleção Gerdau, entre outras. Atualmente ministra oficinas e palestras sobre a fotografia e suas possibilidades artísticas, e cursos de extensão universitária de “Iluminação de estúdio na fotografia publicitária”. Obteve diversos prêmios na área da fotografia publicitária e em salões de arte no Brasil e exterior, tendo realizado exposições de destaque como “A Arte Como Questão”, no Instituto Tomie Ohtake de São Paulo, e “Filmes de Artista Brasil”, no Espaço OI Futuro, no Rio de Janeiro, em 2007; “Re-visões”, no Espaço O-Fundação VCB, em Porto Alegre, em 2006; “La Stette nel Mondo”, Projeto Toni Ferro Firenze, em Milão, Itália, em 2003; “Arte Anos 70”, na Galeria Obra Aberta, em Porto Alegre, em 2001; “Simbiose”, projeto financiado pelo FUMPROARTE de Porto Alegre; “Algo Noir”, na Galeria Obra Aberta, em Porto Alegre; e “Fotografia Brasileira Contemporânea”, no Museu Nacional de Arte de La Paz, na Bolívia, em 2000.
Técnico Gráfico formado pelo Senai Theobaldo de Nigris de São Paulo, Diego Cunha soma 13 anos de experiência profissional, com passagem por importantes empresas da indústria gráfica, pré-impressão e agências de propaganda do sul do país e de São Paulo, tais como a Igel Indústria de Embalagens, onde trabalhou durante 3 anos, primeiro como impressor offset e posteriormente como desenvolvedor de embalagens; Total Digital Fotolitos; Impresul Gráfica e Fotolito Digital; Dez Propaganda; Upper; Clínica - Tratamento de Imagens; Fischer América Sul, onde atendeu basicamente as contas do Ponto Frio e da Vivo como Diretor de Arte, e posteriormente Fischer América São Paulo, onde teve participação na campanha de lançamento da cerveja Nova Schin. Coordenou e estruturou nacionalmente a equipe de Engenharia de Imagens da Digital Networks, empresa sediada em Porto Alegre e com filiais em São Paulo e Rio de Janeiro. Atualmente é Editor de Imagens da Meca, área de tratamento de imagens da Impresul (www.impresul.com.br), Indústria Gráfica e de Pré-Impressão que há 40 anos se destaca como principal fornecedor gráfico do mercado gaúcho. Diego também ministra aulas na Faculdade de Comunicação Social da PUCRS no curso de Fotografia Publicitária.
Eduardo Veras (Porto Alegre, 1965) é jornalista e crítico de arte, atuando como pesquisador no campo de artes visuais. É doutorando em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde desenvolve, sob a orientação de Mônica Zielinsky, pesquisa sobre enunciados verbais na arte contemporânea. É mestre pela mesma instituição. Sob orientação de Elida Tessler, pesquisou o uso da entrevista em estudos sobre o processo de criação artística. Na defesa, a dissertação obteve nota máxima e foi recomendada para publicação. É formado em Jornalismo pela UFRGS. Desde 2008, leciona no curso de Ciências da Comunicação da Unisinos. Assinou a curadoria das exposições Palavra figurada, realizada entre outubro e novembro de 2007, no Espaço Cultural da ESPM, em Porto Alegre, e Francisco Stockinger – O combate silencioso, entre novembro de 2007 e janeiro de 2008, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro. Integra o conselho consultivo da Fundação Vera Chaves Barcellos. Desde 1993, trabalha como repórter, editor e crítico de arte do Segundo Caderno do jornal Zero Hora, em Porto Alegre. Entre outubro de 1999 e outubro de 2007, editou o caderno Cultura, suplemento semanal do mesmo jornal. Em 1997, em parceria com Itamar Melo, conquistou o Prêmio Esso de Reportagem/Região Sul pela série No limiar da civilização.
Edy Kolts nasceu e começou a fotografar profissionalmente em Buenos Aires, na Argentina. Em 1976, durante nove meses, trabalhou para editoras de livros e imagens para arquivo nos Estados Unidos. Em 1980 realiza diversos cursos de fotografia em Buenos Aires com renomados fotógrafos profissionais: Retrato, Processos especiais em Cromos, Retratos Sociais (Kodak Argentina) e Iluminação Publicitária. De 1981 a 1984 trabalha para a Editorial Perfil como laboratorista e fotógrafo, associando-se à Asociación Argentina de Reporteros Gráficos. De 1984 a 1986, no Brasil, trabalha como fotógrafo/repórter correspondente das editoras Perfil e Abril de Buenos Aires, Argentina, e da agência Sygma da França. De 1986 a 1989 trabalha nas áreas publicitária e autoral, e ministra cursos profissionalizantes de fotografia básica, profissional e iluminação publicitária, na Preto & Cor - Centro de Estudos em Arte e Propaganda em Porto Alegre. De 1989 a 1994 estuda processos fotográficos digitais e multimídia integrando uma equipe de pesquisa na Université de Sciences Sociales de Grenoble II - França, coordenando e participando do desenvolvimento informático de instrumentos multimídia de ajuda a decisões em Tecnologia da Informação para empresas. De 1994 a 2001 – Em Porto Alegre, trabalha com produção multimídia, tratamento e manipulação digital e fotografia publicitária. Em 2001 cria o NextFoto Banco de Imagens, onde atua como art-buyer e editor fotográfico até agosto de 2005. A partir de 2005, ministra cursos de fotografia digital e fluxo de trabalho com arquivos RAW, presta consultoria em organização de acervos digitais, realiza serviços de tratamento de imagens e desenvolve projetos de fotografia documental e autoral.
Everton Rosa trabalha com fotografia publicitária, comercial e de moda desde o início da década de 90, tendo passado a dedicar-se ao segmento dos grandes eventos de sociedade a partir de 2000. Seu campo de ação cobre desde a sociedade de Porto Alegre até a alta sociedade das principais capitais do Brasil. É de sua autoria os portfolios do Festival de Cinema de Gramado e do Natal Luz da mesma cidade. Entre casamentos, bodas e aniversários de pessoas céleberes da sociedade e do mundo empresarial está seu trabalho mais recente, o casamento da apresentadora do programa “Mais Você”, Ana Maria Braga, com quem tem uma parceria para a realização do concurso lançado pela rede Globo de televisão para fotografar o casamento de um telespectador. Mantém estúdio próprio com 800 m², onde trabalham 12 colaboradores, para a produção e edição de material audiovisual e fotográfico. Everton Rosa é um criador que imprime em cada foto um conceito, um estilo, uma idéia. Transitando entre a pop art e uma nova leitura do clássico, Everton escreve com a câmera várias histórias com um diferencial de qualidade que transformou o seu nome em uma das grifes mais concorridas e desejadas do mercado da fotografia social.
Fernando Pires, natural de Paraty/RJ, é fotógrafo profissional desde 1984, tendo como base a cidade de Porto Alegre. Realizou doze exposições individuais - uma em São Paulo, onde residiu por dois anos para aprimorar-se, uma em Mato Grosso do Sul e dez no Rio Grande do Sul.
Participou da mostra coletiva que reabriu a Área de Fotografia do Centro Cultural de São Paulo (1992), e da mostra coletiva intitulada ENSAIOS BRASILEIROS no Musée Français de La Photographie - Bievres / France (atualmente 12 de seus trabalhos fazem parte do acervo deste Museu). Sua mostra fotográfica URBANU´S (1994) realizada no Theatro São Pedro, foi apresentada em vários municípios gaúchos. Apresentou na Casa de Cultura Mário Quintana (1996) três trabalhos fotográficos, intitulados: FERRO&VIAS, PRIMEIRA PELE e PORTFÓLIO DE UM VERÃO. Sua última coletiva foi como membro da ABRAFOTO, na mostra onde o tema foi o MORRO DO OSSO (1994), última área de Mata Atlântica nativa ainda existente nas terras da capital do estado, Porto Alegre. O trabalho que mais lhe deu satisfação pessoal foi a mostra fotográfica / documental A HERANÇA INDÍGENA NO RIO GRANDE DO SUL em parceria com o IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Em abril de 2007, apresentou na Casa de Cultura Mário Quintana, a mostra RETRAcTUs e na Fotogaleria CONSIGO em São Paulo a mostra PHOTO+GRAPHIA. Em setembro do mesmo ano no Solar dos Câmaras foi a vez da mostra Os FARROUPILHAs.
Há dez anos ministra periodicamente oficinas de iluminação e produção fotográfica e também confere palestras em seminários nas universidades e nos eventos ligados a fotografia no Rio Grande do Sul.
Atualmente, conclui a pós graduação em ARTE CONTEMPORÂNEA E ENSINO DA ARTE, desenvolve dois projetos autorais, o documentário fotográfico:
ÍNDIOS URBANOS e a instalação OLHAR e VER, onde imagem e palavra se fundem pelo prisma da semiótica e participa do ARQUÍVO TEMPORÁRIO, grupo de artistas contemporâneos.
fotografia@fernandopires.fot.br
Leopoldo Plentz estudou Artes Plásticas no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e gravura no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre de 1975 a 1980. Coordenou o Gabinete de Fotografia da Faculdade de Arquitetura da UFRGS de 1980 a 1990, onde desenvolveu vários trabalhos de documentação fotográfica da arquitetura de Porto Alegre e do estado. Integrou a equipe do Núcleo de Fotografia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS de 1990 a 1996 e foi professor de fotografia na Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Passo Fundo de 1996 a 1998. Atualmente dirige o seu estúdio. Fotografa desde 1975, dedicando-se à fotografia de autor e à documentação de bens culturais. Expõe seus trabalhos regularmente desde 1979 em mostras coletivas e individuais, dentre as quais se destacam as da Galeria Imago Lucis, cidade do Porto, em Portugal, em 2001; Galeria Debret da Embaixada Brasileira, Paris, França, 2003; Centro Cultural da Recoleta, Buenos Aires, Argentina, 2004; “Le Festival Photo Nature & Paysage”, França, 2005; “Modernismos”, Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, 2007. Possui obras em acervos públicos como o Museu de Arte de São Paulo – Coleção MASP Pirelli de Fotografia, Museu de Arte Contemporânea de Porto Alegre, Museu de Artes do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, Museu de Arte Latino Americana, OEA, Washington, Museu da Fotografia da Fundação Cultural de Curitiba, Biblioteca Nacional de Paris, Museu Nacional de Belas Artes de Buenos Aires e em coleções privadas, sendo a mais importante a coleção de fotografia de Joaquim Paiva. Foi contemplado em 1998 com o Prêmio Gaúcho de Fotografia, promovido pelo Governo do Estado do RS; obteve o primeiro lugar na categoria Fotografia de Arquitetura do Concurso Nacional 500 Anos promovido pelo CONFEA, 1999; recebeu o Prêmio Icatu de Artes, que consistiu na estadia de seis meses na Cité internationale des Arts em Paris, 2001. Recebe Menção Especial no Prêmio Porto Seguro de Fotografia, 2001; Recebe Menção Honrosa pelo Conjunto da Obra no concurso internacional O Espaço do Público, promovido pela rede Mercocidades, 2002; recebe a Bolsa Vitae de Artes para dar continuidade ao projeto Cidades Visíveis, em 2004; recebe o Prêmio Pestana, em Portugal, através do concurso internacional de fotografias Niemeyer 100 anos, 2007; seu trabalho mais recebte, o ensaio inédito Coisas Inúteis, será exibido em 2008 na Galeria Bolsa de Arte, em Porto Alegre.
www.luizbarth.com
Mestre em Artes Plásticas (MFA), com Alta Distinção, pelo California College of the Arts, San Francisco, CA. Além da educação formal em artes plásticas estudou em vários cursos relacionados incluindo litografia com Garo Antreasian
do Tamarind Institute, gravura em metal com Iberê Camargo e Rudy Pozzati
da Indiana University, e também cursou escultura, fotografia e cinema. Lecionou escultura, desenho e gravura na UFSM e na UFRGS por onde se aposentou. Atualmente leciona Computação Gráfica, na ESPM, e realiza animações em 3D por computador. Publicou, no ano de 2000, pela Ed. Ciência Moderna: “Ilustração com 3DsMax”. Expos seus trabalhos em mais de vinte exposições individuais no Brasil e no exterior e em centenas internacionais, em muitas como Artista Convidado como a 11ª International Bienial of Prints em Tokio e a VI Bienal del Grabado Latino Americano em San Juan, Puerto Rico. Os trabalhos de gravura, mostrados na XV Bienal Internacional de São Paulo, foram todos adquiridos pelo Itamaraty para distribuí-los por embaixadas brasileiras.
Luiz Armando Capra Filho nasceu em Porto Alegre em 1976. É licenciado em História pela Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras (FAPA) e pós-graduado em História Contemporânea pelo Centro Universitário La Salle (Unilasalle). Atualmente, cursa MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem atuação diversificada nas áreas de cultura, pesquisa e patrimônio histórico. Entre 2001 e 2002, atuou como historiador no Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE). Fez parte da equipe do projeto Memória Viva Iberê Camargo, da Fundação Iberê Camargo.
Atuou como coordenador editorial dos livros Intérpretes do Brasil: seminário e exposição (2005), Brasil TransVerso: artes e cultura em debate (2005), Cultura Alemã – 180 anos (2004) e Cultura Italiana – 130 Anos (2005) e também da série Histórias de Porto Alegre, Jockey Club (Vol I) e Chalé da Praça XV (Vol II). Colaborou na produção e curadoria das exposições Erico Veríssimo – Retratos da vida inteira (MARGS, 2005), Sergio Buarque de Holanda – Intérprete do Brasil (CCMQ, 2004) e Simões Lopes Neto (Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo, 2004).
Até 2006 foi produtor e sócio da empresa Telos Empreendimentos Culturais, na qual gerenciou dezenas de projetos, atividade que o qualificou no desenvolvimento e operacionalidade na área de projetos e suas leis de fomento, como Lei Estadual de Incentivo a Cultura (LIC/RS) e Lei Federal de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet).
Assumiu em 2007 a direção da Assessoria de Projetos Especiais da Secretaria de Estado da Cultura. Atualmente, é diretor do Museu Julio de Castilhos e da Casa de Cultura Mario Quintana e professor da pós-graduação em Gestão Cultural do Senac.
Manuel da Costa começou a trabalhar com fotografia no começo da década de 70. Manteve estúdio próprio de 1980 até 1984, quando viajou para o interior da Inglaterra para realizar um curso de aperfeiçoamento com John Blackmore; e de 1985 a 1990, quando se transferiu do Brasil para Portugal para atuar como fotógrafo de publicidade em Lisboa. Em 1991 aceitou o convite do fotógrafo holandês Robert Schilder para ingressar no Circle 24 , passando a atender o mercado internacional a partir de uma rede formada por fotógrafos de várias nacionalidades. Graduou-se em comunicação pela UFRGS em 1984, onde também se pós-graduou obtendo o título de mestre em poéticas visuais com uma pesquisa sobre eletrongrafia finalizada em 2006. Hoje, alterna-se entre a fotografia profissional, o ensino da fotografia na ESPM-RS, onde acumula as funções de professor e coordenador do Centro de Fotografia ESPMFOTO, e a pesquisa autoral vinculada a novas tecnologias, em especial a digital, a qual se dedica desde 1990. Realizou várias exposições no Brasil e no exterior, e entre as premiações recebidas destacam-se o Prêmio Máximo da I Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba (1996), a Bolsa Vitae de Artes (1997), o Prêmio Nacional de Fotografia da FUNARTE (1998) e o Prêmio Gaúcho de Fotografia (1999). Possui diversas obras em galerias e acervos particulares, assim como nos acervos públicos do Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de arte de São Paulo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, e nas coleções Joaquim Paiva, MASP-Pirelli, e Gilberto Chateaubriand.
Orlando Azevedo nasceu em 1949, na Ilha Terceira, Açores, Portugal. Vive no Brasil desde 1963, onde atualmente é diretor da Fotográfica Comunicação e Editora (www.photographica.com.br). Dedica-se profissionalmente à fotografia publicitária e a projetos especiais de fotografia documental, assim como à criação autoral em seu estúdio em Curitiba. Especializado em expedições, é o idealizador e coordenador do projeto “Coração do Brasil”, realizado de 1999 a 2002, que resultou em exposições no Brasil e no exterior e na publicação dos livros “Homem”, “Terra” e “Mito”; e do projeto “Coração do Paraná”, realizado de 2005 a 2006, que resultou em uma exposição no Museu Oscar Niemeyer de Curitiba, composta por 200 fotografias processadas e elaboradas museologicamente. Curador independente no universo das artes visuais, foi Diretor de Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba de 1993 a 1996, período em que criou a Bienal Internacional de Fotografia e o Museu de Fotografia Cidade de Curitiba. Entre as dezenas de curadorias que realizou, destacam-se a I, II e III Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba, e a exposição “A Revolta”, do artista Franz Krajcberg, em 1994. Possui obras nos acercos de várias coleções privadas nacionais e internacionais, bem como nos acervos públicos do International Center of Photography, em Nova York; Centre Georges Pompidou e Museu Françês de Fotografia, em Paris; Museu de Arte de São Paulo e Museu de Arte Moderna, em São Paulo; Instituto Cultural Itaú; Museu de Fotografia Cidade de Curitiba; Empresa Portuguesa das Águas Livres, em Lisboa; Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; Museu Afro Brasileiro, em São Paulo; e Museu Oscar Niemeyer, em Curiitba. Suas fotografias foram reproduzidas em diversas publicações nacionais e internacionais, e nos livros “Fitas e Bandeiras Venske”, 1987; “Foz do Iguaçu - Nossa Terra”, 1988; “Jardim de Anões”, 1994; Coleção Coração do Brasil, 2002; “Iguaçu”, 2002; “Sudarium”, 2004; e “Brennand”, 2004. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, é colaborador de inúmeras revistas, e tem integrado júris e comissões de análise de portfólios, proferido palestras e elaborado textos críticos de artistas no Brasil e exterior. Em 1998 foi considerado artista português residente no Brasil de destaque, através do Ministério das Relações Exteriores e Secretaria das Comunidades Portuguesas. Em 2003 recebeu o Prêmio Talento do Paraná. Em 2005 recebeu o certificado de Honra e Mérito da Câmara dos Vereadores de Curitiba pela sua participação na Comunidade Portuguesa e na cultura curitibanas. Em 2007 recebe da Câmera dos Vereadores de Curitiba o prêmio cultura e divulgação Cidade de Curitiba. Em 2007 foi um dos três finalistas mundiais no campo das artes produzidas por portugueses radicados no exterior.
Raul Krebs atua há 14 anos no mercado publicitário brasileiro. Graduado em Publicidade e Propaganda na PUCRS em 1992, dedicou-se à fotografia comercial, sendo eleito Fotógrafo do Ano no Salão da Propaganda-RS em 1996 e 2004. Único fotógrafo gaúcho publicado no Anuário do Clube de Criação de São Paulo em 2002, também foi premiado no IX New York Festivals – International Advertising Awards e finalista do Prêmio Conrado Wessel de Fotografia Publicitária em 2005 e 2006. Associado desde 1996 à ABRAFOTO, principal entidade reguladora do Mercado de Fotografia Publicitária do país, leciona como professor titular da Cadeira de Fotografia na Especialização em Imagem Publicitária (PUCRS), Fotografia Publicitária da Escola de Criação e Fotografia de Moda na Pós-Graduação em Marketing e Moda (ESPM). Estudou Retrato e Auto-retrato na Paris Photographic School em 2001 e expôs em Porto Alegre, São Paulo e no Canela Workshops/2002 a série de fotografias Foreplay (2002), sobre o tema fetiche. Participou do festival Multiple X do Instituto Goethe com o trabalho Hello… my name is it! em 2004 - co-autoria de Marion Velasco, Trampo (grafitti) e Eduardo Aigner (fotografia). Paralelo ao mercado de fotografia publicitária, desenvolve trabalho autoral de retratos, auto-retratos, fetiche em fotografia e fotografia pinhole, atuando também como diretor de fotografia em filmes publicitários, atendendo as principais produtoras do Mercado gaúcho.
Nascido em 29 de agosto de 1961, em Porto Alegre, Zé Paiva trocou a engenharia pela fotografia após longa viagem pela Europa e Norte da África, em 1984. Iniciou-se no fotojornalismo na sucursal do jornal O Globo. Mudou-se, então, para Florianópolis, onde, desde 1985, dirige seu estúdio. Ensinou fotografia no curso de Artes da Universidade Estadual de Santa Catarina e na Fundação Universidade Regional de Blumenau; aprimorou seus estudos no International Center of Photography, em Nova Iorque; realizou exposições nas principais cidades do Brasil e recebeu diversos prêmios, entre eles o Raulino Reitz, da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina, em 2002, e menções honrosas no International Photo Awards – Nova Iorque, em 2005 e 2006, e no Prix de la Photographie – Paris, 2007. Teve fotos publicadas em dezenas de livros, revistas e calendários, dentre outros. Em 2004, lançou o livro Santa Catarina – Cores e Sentimentos, pela Editora Escrituras, e participou do projeto SP 450 anos em 24 horas, junto com 44 dos melhores fotógrafos brasileiros. Concebeu e coordenou o projeto Expedição Natureza – Santa Catarina – que resultou no livro lançado em 2005, pela editora Letras Contemporâneas. Em 2008 lançou o segundo livro do mesmo projeto, Expedição Natureza Gaúcha, em parceria com a Editora Metalivros. Atualmente, administra seu banco de imagens Vista (www.vistaimagens.com.br).