A batalha de comerciais do Super Bowl
Postado por Luiza Piffero on 08/02/2010 – 17:41 -A noite de ontem foi apenas mais uma no Brasil, mas nos Estados Unidos 100 milhões de pessoas sintonizaram a televisão no Super Bowl, a final da Liga Nacional de Futebol norte-americano (NFL). Esse volume de público leva o preço dos espaços publicitários a valores estratosféricos e, como os comerciais não são transmitidos por aqui, a solução é recorrer ao YouTube.
O jornal The New York Times chamou a atenção para o fato de que a nostalgia predominou entre os comerciais. “Afinal, a melhor maneira de apelar para uma massa de 100 milhões de americanos é preenchendo espaços com homenagens ao passado ao lado de música grudenta, estrelas, efeitos especiais, bebês falantes e animais meigos”, criticou o colunista Stuart Elliott. O especialista prospecta que será necessário uma recuperação econômica para que os anunciantes do Super Bowl se tornem mais ousados.
O tom misógino também marcou vários anúncios como “Man’s last stand” para o carro Dodge (Chrysler) e deu vazão à manifestações de mulheres ofendidas na internet.
A maior polêmica ficou à cargo da organização “Focus on the Family”, que mandou uma mensagem contra o aborto de maneira discretíssima, sem sequer mencionar o termo.
No mar de comerciais de cervejas e carros, o vídeo do Google — que fez sua estreia nos intervalos do Super Bowl — destacou-se pela delicadeza, embora já estivesse circulando na internet há alguns meses. “Francamente,eu já estou cansado de ver o Google acertando em todas”, comentou o colunista ranzinza da Slate, Seth Stevenson, que elegeu a peça como a melhor da noite:
Informações de Mediadecoder , NYT, Gawker, Slate
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