Arquivo de February, 2010
Estatísticas da web
Escrito por Luiza Piffero on 26/02/2010 – 20:21 -Há muitos desses vídeos mostrando dados relativos ao uso da internet e das redes sociais, mas uma boa parte deles também é chato ou idiotiza o espectador. O vídeo abaixo consegue mostrar algumas estatísticas de maneira clara e dinâmica. Tem alguns dados bem impressionantes, como o número de emails enviados por dia (247 bilhões) no mundo e outros bem enervantes, como o número de SPAMS enviados por dia (200 bilhões) no mundo.
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De olho no comportamento de quem faz dieta
Escrito por Luiza Piffero on 25/02/2010 – 19:37 -Quem quer emagrecer volta e meia se comporta de maneira contraditória. Afinal quem não tem uma tia ou uma amiga com uma bicicleta ergométrica-cabide no canto do quarto? A agência Prolam Y&R, de Santiago, Chile, soube tirar proveito desse comportamento tããão esperto e tão comum. O anúncio é para o iogurte light Colun e diz: “Para aqueles que querem, mas não conseguem.”
Tags: Criatividade
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Fotos atualizadas do Estúdio de Fotografia
Escrito por Luiza Piffero on 25/02/2010 – 19:08 -O Estúdio de Fotografia. É aqui que a mágica das aulas do Curso Avançado de Fotografia Digital acontece. São 90m2 de área livre e 7 m de pé direito, além de um teto que se abre para permitir o trabalho com luz natural. Os inúmeros equipamentos fotográficos e de iluminação são os mais modernos do mercado e estão em constante atualização.
As aulas do Curso Avançado de Fotografia Digital começam no dia 13 de março. Clique aqui para saber como será a edição de 2010 e ler uma entrevista com o coordenador Manuel da Costa. Não deixe de conferir o hotsite do curso que além detalhar o programa e o currículo dos professores, conta com uma Fotopédia incrível, repleta com informações sobre os melhores fotógrafos de todos os tempos.
As fotos do post são de Juliano Araujo.
Tags: Curso Avançado de Fotografia Digital
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Cláudia Barbisan expõe no Museu do Trabalho
Escrito por Luiza Piffero on 24/02/2010 – 20:12 -A professora do curso Click! Planejamento Criativo, Cláudia Barbisan, está se preparando para inaugurar uma exposição individual no Museu do Trabalho. Intitulada “Que isto fique entre nós”, a mostra permanece em cartaz de 5 de março até 18 de abril.
Cláudia traz para o Museu fotos de colagens eróticas, desenhos sobre uma pasta de plástico infantil com ETs, além de interferências em suportes comuns, como espelho, azulejo, placas de MDF e pintura sobre tela. “Eu não uso suportes convencionais e não existe pureza de técnica, é mista mesmo”, conta a Cláudia. Os trabalhos são inéditos, realizados entre 2009 e 2010.
Segundo a artista, a proposta inicial era fazer uma exposição erótica, mas a ideia foi abandonada porque, para ela, tudo pode adquirir uma conotação erótica. “Em 2003 quando eu expus com o coletivo Último Andar no Museu do Trabalho, comprei panos de prato e acentuei os peristilos das flores e modifiquei sutilmente as frutas e legumes, resultando em visualidades próximas aos órgãos sexuais. Como estas alterações foram sutis, muitos amigos foram na exposição e vinham me perguntar decepcionados: então largaste a arte para pintar panos de prato?”, comenta Cláudia. Desta vez, a mostra gira em torno da apropriação de objetos banais, cotidianos.
Cláudia Barbisan tem mestrado em Poéticas Visuais com ênfase em pintura no Instituto de Artes da UFRGS, e expôs em diversos eventos, entre eles o 9o. Salão de Artes Plásticas no MARGS, a III Bienal Nacional de Artes Plásticas de Santos, o 13o. Salão Nacional de Artes Plásticas no Rio de Janeiro, e a 5a. Bienal Internacional de Artes Plásticas no Chile, dentre outros. Com a empresa Galactica Filmes em parceria com Ada Luz fez direção de arte em filmes de animação e durante três anos realizou vários vídeos experimentais, com destaque para o Pai Macaco e Cachorro Veado, premiado no festival do minuto em 2007. Foi vocalista das bandas She’s OK e She’s so Fake.
Ela ministra a disciplina “Recriação”, do Click! Planejamento Criativo, ao lado do professor Fernando Bakos. Se você gosta de planejamento, não perca a oportunidade de estudar com a Cláudia no curso, que está com as inscrições abertas agora mesmo. Clique aqui para saber mais.
Mais trabalhos da Cláudia: claudiabarbisan.blogspot.com
Tags: click: planejamento criativo
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Mini comenta o seu case favorito
Escrito por Luiza Piffero on 23/02/2010 – 18:31 -Quando perguntamos ao Gustavo Mini um case do qual ele se orgulha e por quê, ele falou da ação de 35 anos da agência Escala. O trabalho fez história em Porto Alegre ao escrever com GPS no mapa da cidade o conceito “Escala 35 Anos Desafiando a Inércia”. Agora trazemos o case com alguns comentários do professor do Curso de Criação, o seu idealizador. “Acho bacana porque os recursos usados nele, como a GPS Art, são totalmente ligados ao conceito. Não foram usados gratuitamente só porque é um lance interessante e novo”, explica Mini.
Tudo começou com duas campeãs de patinação que percorreram as ruas de Porto Alegre levando nas costas canetas marca-texto gigantes. Elas patinaram mais de 60km e, enquanto todos se perguntavam afinal qual era a moral daquilo, a Escala revelou que estava por trás da ação, executada pela Mazah Live Marketing. A frase escrita no mapa foi divulgada numa grande festa no Museu Iberê Camargo, o ponto final do trajeto das patinadoras.
Quando recebeu o brief, Mini lembra que era importante escapar do rótulo de “agência tradicional”. Então, o primeiro passo que ele deu foi estudar o que é inércia. Leu Galileu, Newton. O segundo passo foi realizar um brainstorm com a seguinte questão: Como se desafia a inércia com a publicidade?
Aí entra a importância de o Mini, como a gente comentou aqui, ser um cara antenado com que acontece em áreas diversas. Para realizar a ação, ele selecionou três tendências e soube combiná-las: a GPS Art, as “roller girls” e a manipulação e uso criativo de mapas. “O importante é não fazer coisas malucas só porque são malucas. É importante pesquisar as coisas porque daí, mesmo que elas pareçam não fazer sentido, acabam se encaixando”, ensina o publicitário.
Quer ter aula com gente bacana como o Mini? Então, leia mais sobre o Curso de Criação, que está com as inscrições abertas agora mesmo. Acesse o site www.espm.br (Unidade Porto Alegre > Cursos > Escola de Criação) ou entre em contato para saber mais: (51) 3218-1300 e centralinfo-rs@espm.br. As aulas começam no dia 17 de abril de 2010.
Tags: Curso de Criação
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Uma ideia que circula no dinheiro
Escrito por Luiza Piffero on 23/02/2010 – 17:00 -Um post de hoje no Update or Die mostrou a maneira que os indianos encontraram para protestar contra a corrupção, um dos problemas que assola a população do país. Nos últimos anos, uma ONG local tem distribuído notas de “zero rúpias”. A proposta é que, quando pressionado para dar subornos, o indivíduo repasse a nota falsa como forma de protesto.
Estão sempre surgindo redesigns para notas de dinheiro, mas há projetos que, ao modelo deste das zero rúpias, aproveitam-se da lógica de “circulação” intrínseca no dinheiro e criam usos criativos para notas com o objetivo de chamar a atenção para algo maior. Um exemplo conhecido são as nota Zero Dólar (abaixo) e Zero Cruzeiro, criadas lá nos anos 70 pelo artista Cildo Meireles como forma de protesto político.
Por coincidência (ou não), em 2008, a artista Laura Gilbert distribuiu 10 mil cópias do seu próprio “Dólar Zero” em frente à bolsa de Nova York. Sua ideia era protestar contra a crise econômica americana.
Tags: Criatividade
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Uma entrevista com o Conector
Escrito por Luiza Piffero on 22/02/2010 – 20:33 -O professor da Escola de Criação, Gustavo Mini, está sempre tentando conciliar os diferentes mundos pelos quais circula. O resultado muitas vezes vai parar no seu blog, Conector, que é recheado de reflexões e indicações. Mini também é um dos gestores da Área de Conexões da Escala, colaborador da rádio Oi Fm, integrante da banda Walverdes. Ah sim, ele também desenha e pratica Zen-Shiatsu. Nesta entrevista ele fala sobre tudo isso e mais um pouco. Não deixe de conferir a cobertura da aula sobre Novas Mídias que ele ministrou no Curso de Criação.
Mini, tu tens tantas atividades que é fácil se perder. Por favor, descreve um pouco do teu trabalho na agência Escala.
Meu trabalho formal na Escala como Gestor de Conexões é, junto com todo mundo no departamento, descobrir e compor os pontos de contato mais adequados pra cada projeto, sejam eles espaços de mídia estabelecidos ou novas formas de chegar nas pessoas. A gente diz que é como o trabalho de Mídia, mas turbinado. Eu também pesquiso, estudo e fuço tudo relacionado a novas mídias e novos modelos de atuação publicitária.
Como tu divides o teu tempo entre as atividades profissionais e hobbies?
A divisão do tempo é bem fatiada, mas algumas coisas se sobrepõem em questão de conteúdo. Por exemplo, os assuntos que cubro na minha coluna diária da Oi Fm tem bastante a ver com o meu blog e com meu trabalho na Escala. Então, quando eu estou lendo ou pesquisando, geralmente está valendo pra qualquer um desses lados. No caso dos Walverdes, o que dá mais trabalho é acomodar os shows que aparecem.
Por favor, fale sobre o teu blog. Quais os motivos que te levaram a criar ele e por que tu achas que deu tão certo?
O nome do blog explica a origem. Ele se chama Conector porque eu sempre circulei entre mundos muito diferentes. Teve um ponto em que eu comecei a me sentir meio esquizofrênico e escrever sobre isso me ajudava a conectá-los, a dar um sentido pra esses mundos. Com o tempo, o blog acabou tomando uma outra direção e hoje eu considero ele uma investigação particular sobre a cultura contemporânea. Ele se transformou também num cartão de visitas. Muita gente passou a me conhecer por conta do blog, tanto no âmbito pessoal quanto profissional.
O que a banda Walverdes é para ti? Lembro que na tua aula na Escola de Criação tu falaste sobre a importância de manter projetos pessoais que não tem ligação com o trabalho, além de não escondê-los. Podes falar um pouco sobre isso?
Eu me sinto muito orgulhoso do que a gente fez em termos de música, da evolução interna do nosso repertório, tenho orgulho das nossas fitas e dos nossos discos e também principalmente de ser parte da história da música brasileira. Ainda que seja como nota de rodapé. Mas é uma nota de rodapé divertida e consistente. A gente não surgiu num ano e sumiu no outro, a gente continua tocando consistentemente há 17 anos! Viajando com os Walverdes eu aprendi mais da metade das coisas que uso hoje no trabalho, então talvez a agência devesse pagar pra eu viajar com a banda, porque ela se beneficia muito desse meu background.
O que tu aprendeste com o Zen-Shiatsu? Podes falar mais sobre isso e como a prática te ajuda no dia-a-dia?
O Zen-Shiatsu une uma massagem japonesa (que deriva da Medicina Tradicional Chinesa) com a filosofia zen-budista. Como paciente e como estudante de Zen-Shiatsu eu aprendi muita coisa. Aprendi a prestar mais atenção ao meu corpo, que a gente pode ajudar uma pessoa a ter bem-estar através de formas simples, que é muito melhor aprender certas coisas na prática do que ficar absorvendo teoria. E essa abordagem eu levei pra outros lados da vida. Foi um aprendizado e é um aprendizado ainda porque eu sempre fui muito de intelectualizar as coisas.
O que mais te irrita na publicidade? E, nesse meio, do que tu sentes falta aqui em Porto Alegre?
O que mais me irrita é a cultura workaholic. Acho a jornada de trabalho clichê dos publicitários um erro de percurso, uma anomalia, algo mal pensado e planejado que acabou se cristalizando como prática da profissão. Importamos esse hábito do país errado, é uma coisa que vem da cultura americana e foi adotada com um orgulho irracional. No fundo, falta no mercado uma noção melhor de administração de tempo e de saber dar limites a si mesmo e aos outros.
O que mais te anima na publicidade?
A possibilidade de aprender sobre diferentes mundos e culturas. E a convivência com pessoas interessantes. Fiz muitos amigos em publicidade, há pessoas com a cabeça muito aberta.
Qual o conselho que tu gostarias de ter recebido quando entrou no ramo, mas acabou tendo que descobrir por si mesmo?
Não sei, essa foi difícil.
O que tu fazes quando precisa de inspiração? Tu tens um processo de criação?
Com o tempo eu fui descobrindo meu jeito. Eu não gosto de ficar horas e horas sentado numa sala pensando num problema. Eu gosto de alternar pequenos períodos de pensar no problema com outros períodos fazendo qualquer outra coisa. E isso é um obstáculo dentro de uma agência, porque agências, nesse sentido, são lugares muito conservadores. Você tem que parecer que está trabalhando e produzir muito, numa quantidade que eu não gosto. Mas o fato é que quando eu não estou trabalhando é quando eu mais trabalho. E não gosto muito de pensar em grupo. Gosto de trabalhar em grupo, mas de pensar sozinho.
Em quais projetos tu estás envolvido agora?
O projeto mais legal que eu estou envolvido é um trabalho interno pra aproximar a agência do universo digital. Estamos fazendo uma série de pesquisas e discussões pra integrar mais a cultura digital à cultura da agência com calma e consistência, sem muito auê.
Cite os últimos: bom livro que leu, bom filme que viu, bom álbum que escutou.
“Crooked Cucumber: The Life and Teachings of Suzuki Roshi”. É a biografia de um mestre zen-budista japonês que foi muito importante na introdução do budismo nos Estados Unidos. Quanto a um filme, esses dias eu vi de novo “Adaptação” do Spike Jonze e confirmei como é incrível esse filme. Não ando escutando muita música, mas eu citaria a trilha sonora do “Broken Flowers”.
O link de um vídeo ou de um blog que te inspira.
Os blogs dos meus vizinhos no Oesquema: Trabalho Sujo, Urbe e Mau Humor.
Existe uma obra de arte que tu gostarias de ter feito?
Eu gostaria de ter escrito todo o “Nevermind” do Nirvana. Mas sem precisar ter os problemas pessoais do Kurt Cobain…
Todas as cabeças pensantes são atormentadas por dúvidas, não? Bom, eu queria saber qual a questão que atualmente tem rondado a tua cabeça.
A minha principal dúvida é o que eu vou fazer no futuro. Eu não tenho uma trajetória lógica à minha frente. Então essa é minha principal dúvida: o que eu vou ser quando eu crescer? Não tenho planos claros nesse sentido. Tenho uma vaga idéia, mas bem vaga.
Tags: Curso de Criação
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Huggies busca uma conexão com as mães
Escrito por Luiza Piffero on 22/02/2010 – 17:21 -A Ogilvy acaba de criar para a Huggies a campanha “9 meses en vivo”, em que uma gravidez está sendo recriada com fidelidade e transmitida ao vivo no site da companhia. Clicando na ecografia é possível saber que o embrião em movimento na tela tem apenas uma semana de vida e já começa a receber nutrientes e oxigênio da mãe. É uma maneira de criar uma conexão emocional entre a marca Huggies e as futuras mães, que poderão acompanhar a gravidez virtual em tempo real e saber tudo o que acontece.
Se a ecografia “ao vivo” atrai as mães para o site, a Huggies não perde tempo na tentativa de manter os internautas por ali. O site funciona como um portal para os pais e futuros pais, repleto de informações e com a possibilidade de se cadastrar e criar um perfil.
Tags: estratégia
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Grife projeta animações em seus modelos
Escrito por Luiza Piffero on 19/02/2010 – 17:47 -
A projeção de imagens é uma das mídias que volta e meia rende belos resultados tanto na arte quanto na publicidade. Aqui no blog mesmo já postamos tanto sobre marcas que inovaram na qualidade do conteúdo projetado (os belos filmes da Pirelli) quanto na superfície em que ele é projetado (McDonald’s e a projeção na fumaça). E como encontrar novas maneiras de anunciar tem tudo a ver com o espírito da Escola de Criação, aí embaixo você confere o vídeo que divulga a coleção Primavera 2010 da grife Nice Collective.
Em vez de gravar um comercial tradicional para a Nice Collective, os proprietários da marca convidaram amigos, artistas, estilistas e modelos para um acampamento na California. Entre os convidados estava o artista digital Andrew Jones, que projetou belas animações nos rostos e corpos dos modelos (todos vestidos com as roupas da marca, claro).
Tags: Criatividade
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Em uma sessão de fotos de Annie Leibovitz
Escrito por Luiza Piffero on 19/02/2010 – 16:15 -Celebridade entre os fotógrafos ainda vivos, a norte-americana Annie Leibovitz é responsável por imagens históricas de músicos como John Lennon, Bob Dylan e outros tantos que fotografou enquanto trabalhava para a revista Rolling Stone. Especializada na arte de retratos, ela também não poupa esforços para criar editoriais fascinantes para revistas de moda como Vogue. Em março, chega às bancas uma sessão de fotos com personalidades do cinema realizada especialmente para a revista Vanity Fair. O making of dessa sessão dá o privilégio de entrar no set da fotógrafa e ver (ainda que muito pouco) como ela trabalha.
A fotografia de moda, beleza e comportamento é o assunto de uma das masterclasses do Curso Avançado de Fotografia Digital da Escola de Criação. Se você tem interesse, dê uma olhada no que o curso oferece.
Tags: Curso Avançado de Fotografia Digital
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