Tem certeza que não gosta de vinho brasileiro?

Escrito por Luiza Piffero on 09/07/2010 – 18:33 -

Entre os seus vinhos favoritos há boas chances de não haver sequer uma marca brasileira. Convenhamos, os vinhos nacionais ainda enfrentam muita resistência dos consumidores. É devido a  esse preconceito que o Instituto Brasileiro do Vinho criou a marca Vinhos do Brasil, voltada para a valorização da produção do país. E agora eles foram além: submeteram 380 enófilos a um teste cego com um vinho brasileiro. 80% deles provaram o produto e erraram a sua procedência.

A pesquisa foi realizada nos meses de maio e junho em dois habitats dos enófilos: a feira Expovinis e o restaurante Peppo Cucina, em Porto Alegre. Um sommelier convidava as pessoas para provar um vinho sem rótulo, de preço entre R$ 20 e R$ 30. A grande maioria pensou que o produto veio de países famosos pela cultura do vinho como Chile, Argentina, França e Itália.

Por trás da ideia está a Mazah Live Marketing, casa do novo professor da Escola de Criação, Alexandre Godoy. “O trabalho começa offline, com todas as armadilhas que cercam uma ação ao vivo, com câmeras escondidas, e termina online, com a disseminação do “produto” da ação, que é o vídeo, nas redes sociais”, explica o publicitário, que ministra o módulo “Produção Eletrônica – Internet” do Curso de Criação.


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DCS instala outdoor diferente

Escrito por Luiza Piffero on 24/03/2010 – 17:13 -

A DCS Comunicações instalou um outdoor que chama a atenção pela originalidade em Porto Alegre. Buscando promover a linha de ferramentas da Tramontina, os criativos recortaram moldes de uma casa de passarinho diretamente do painel. A pequena casa foi montada acima da peça, que pode ser vista na Av. Borges de Medeiros, em frente ao Parque Marinha do Brasil.

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A agência DCS é a outra casa de vários professores da Escola de Criação, inclusive o Mauricio Oliveira - professor do Curso de Criação e também do Desvendando Anúncios -, um dos criadores do outdoor. Abaixo, a ficha técnica completa da peça:

Anunciante: Tramontina
Agência: DCS
Direção de Criação: Roberto Callage, Rafael Bohrer
Criação: Augusto Monteiro, Felipe Drumond, Mauricio Oliveira
Mídia: Luisa Bernardes
Atendimento: Angelica Colett
Produção: Clarice Dias e Edinéia Avila

Via


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Mini comenta o seu case favorito

Escrito por Luiza Piffero on 23/02/2010 – 18:31 -

Quando perguntamos ao Gustavo Mini um case do qual ele se orgulha e por quê, ele falou da ação de 35 anos da agência Escala. O trabalho fez história em Porto Alegre ao escrever com GPS no mapa da cidade o conceito “Escala 35 Anos Desafiando a Inércia”. Agora trazemos o case com alguns comentários do professor do Curso de Criação, o seu idealizador. “Acho bacana porque os recursos usados nele, como a GPS Art, são totalmente ligados ao conceito. Não foram usados gratuitamente só porque é um lance interessante e novo”, explica Mini.

Tudo começou com duas campeãs de patinação que percorreram as ruas de Porto Alegre levando nas costas canetas marca-texto gigantes. Elas patinaram mais de 60km e, enquanto todos se perguntavam afinal qual era a moral daquilo, a Escala revelou que estava por trás da ação, executada pela Mazah Live Marketing. A frase escrita no mapa foi divulgada numa grande festa no Museu Iberê Camargo, o ponto final do trajeto das patinadoras.

Quando recebeu o brief, Mini lembra que era importante escapar do rótulo de “agência tradicional”. Então, o primeiro passo que ele deu foi estudar o que é inércia. Leu Galileu, Newton. O segundo passo foi realizar um brainstorm com a seguinte questão: Como se desafia a inércia com a publicidade?

Aí entra a importância de o Mini, como a gente comentou aqui, ser um cara antenado com que acontece em áreas diversas. Para realizar a ação, ele selecionou três tendências e soube combiná-las: a GPS Art, as “roller girls” e a manipulação e uso criativo de mapas. “O importante é não fazer coisas malucas só porque são malucas. É importante pesquisar as coisas porque daí, mesmo que elas pareçam não fazer sentido, acabam se encaixando”, ensina o publicitário.

Quer ter aula com gente bacana como o Mini? Então, leia mais sobre o Curso de Criação, que está com as inscrições abertas agora mesmo. Acesse o site www.espm.br (Unidade Porto Alegre > Cursos > Escola de Criação) ou entre em contato para saber mais: (51) 3218-1300 e centralinfo-rs@espm.br. As aulas começam no dia 17 de abril de 2010.


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Um conto de fadas para a ONG Cataventus

Escrito por Luiza Piffero on 22/12/2009 – 11:52 -

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As ruas de Porto Alegre foram o cenário do filme “Princesa”, realizado pelos formandos do Curso Avançado de Produção Audiovisual Publicitária. Quem acompanha o blog já viu fotos do set e uma entrevista com a equipe responsável pelas filmagens. Agora chegou a hora de conferir o vídeo finalizado:


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Dable provoca e os criativos respondem…

Escrito por Luiza Piffero on 17/12/2009 – 16:37 -

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crédito: Juliano Araujo

A aula começou ao som da música “Dead”, dos Pixies, para acordar bem quem ainda estava cambaleando de sono. Sempre tratando o desenho como “veículo gerador de ideias”, o professor Guilherme Dable aproveitou para trazer uma ilustração que o músico Pedro Porto fez para essa música, buscando entender a lógica dela para, então, tocá-la. Um bom exemplo de como colocar a ideia no papel pode ajudar bastante.

O último sábado marcou o fim do ciclo de três aulas do artista plástico Guilherme Dable no Curso de Criação. Ele cercou os alunos com referências e muitas provocações. “Meu objetivo foi fazer vocês ficarem incomodados”, disse Dable, deixando a seguinte recomendação: “Devorem filmes antigos e novos, livros, música, pintura, fotografias, pontes, sinais de rua, luzes e sombras (…)”

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crédito: Juliano Araujo

Um autorretrato livre

Em uma das aulas de Dable, os criativos foram incumbidos de fazer autorretratos. Dable destaca as respostas que os alunos Gustavo, Daphne e da Patrícia deram para o exercício e traz a pintura abaixo que o aluno Lucas Blum Bica fez muitos anos atrás e apresentou como o seu autorretrato. Dable comenta porque Lucas foi o que melhor se saiu na tarefa:

O Autorretrato do aluno Lucas Blum Bica

O Autorretrato do aluno Lucas Blum Bica

“Praticamente todos os alunos chegaram com uma imagem em uma folha de papel. E o trabalho do Lucas se destacou, a meu ver, não pelo que está representado na imagem, mas pelo que o objeto o quadro representa para ele. Ele enxergou no quadro e ele deixou isso claro na apresentação um momento de virada na vida dele, que o define na sua busca pessoal e profissional. É muito estimulante pra mim, como professor, ver esse tipo de resposta a uma questão que é proposta para o grupo.”


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Zé Paiva na Feira do Livro

Escrito por Luiza Piffero on 04/11/2009 – 18:47 -

Dono de um trabalho autoral que presta tributo à natureza, o fotógrafo e professor da Escola de Criação Zé Paiva vai estar na Feira do Livro no próximo domingo, dia 8 de novembro. Às 14h30, ele autografa o livro Expedição Natureza Gaúcha, uma viagem fotográfica pelo pampa, a serra e o litoral do estado. Foram 5 mil km e mais de 15 mil imagens, das quais 150 estão no livro.

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Em março deste ano três fotos deste trabalho foram selecionadas para a coleção Pirelli MASP, a mais importante coleção de fotografia do Brasil. Uma delas aparece na entrevista que publicamos com o Zé Paiva na semana passada. Mas neste post a gente trouxe outra imagem, que o Zé Paiva veio ao blog comentar:

“Depois de uma tarde perseguindo bugios espremidos em pequenos resquícios de capões de mata nativa entre arrozais dentro da Reserva Biológia de São Donato, em Itaqui, fomos ver o pôr-do-sol em uma pequena lagoa na beira da estrada. Divagando sobre a vegetação na margem comecei a brincar compondo apenas alguns juncos e deu no que deu, o cúmulo da simplicidade fez valer o ditado “menos é mais”. Por isso talvez a foto ganhou o apelido de japonesa.”

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Visite o autor:
www.vistaimagens.com.br
http://zepaiva.wordpress.com


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Criatividade reconhecida

Escrito por Luiza Piffero on 03/11/2009 – 18:57 -

O Guilherme Possobon é um dos alunos formados pela Escola de Criação que fez bonito na 4a Noite de Prêmios da ESPM. Quando chegou ao Teatro do Bourbon Country na última quinta-feira ele nem sabia, mas, atrás do palco, havia um troféu de destaque do Curso de Criação com o seu nome. Os trabalhos que ele desenvolveu na ESPM foram tão bons que renderam os prêmios de “Melhor Painel” e “Melhor Diretor de Arte” na formatura do curso. O desempenho das aulas também fez com que ele descolasse um estágio na Escala, onde trabalha como assistente de arte. “A professora Paola Barbieri que gostou do meu trabalho e me levou para lá”, lembra o ex-aluno.

Agora, quatro dos trabalhos que ele desenvolveu na ESPM estão estampados no Anuário. “No anúncio do Prestígio o importante era ressaltar a tradição, então eu achei um jeito de dizer que enquanto outras as coisas evoluíram, o Prestígio não precisou mudar; já estava uma delícia”, comenta Guilherme. Já o anúncio para a revista Rolling Stone faz parte de uma série. “A intenção nesse caso foi mostrar que a revista é para todos os estilos de leitores”, acrescenta o publicitário.

Nesse tempo, muita coisa precisou evoluir. Menos o nosso sabor. A mesma delícia, desde 1961.

Nesse tempo, muita coisa precisou evoluir. Menos o nosso sabor. A mesma delícia, desde 1961. (Prestígio)

Violência infantil é crime. Denuncie. (Unicef)

Violência infantil é crime. Denuncie. (Unicef)

Quem grita, assina. (Rolling Stone)

Quem grita, assina. (Rolling Stone)

(Coca-Cola Light)

Anúncio feito em parceria com Rodrigo Braga, o autor da ilustração. (Coca-Cola Light)

Não foi só o Guilherme Possobon que se deu bem no Anuário, a Roberta Borges e o Frederico Luz receberam destaque pela atuação nos cursos Avançado de Fotografia Digital e Avançado de Produção Audiovisual Publicitária. Quer saber mais sobre a Escola de Criação no Anuário? Clica aqui.


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“Boa parte de nós estamos perdidos em nossas carreiras”

Escrito por Luiza Piffero on 22/09/2009 – 10:59 -

É partindo desta realidade que Arthur Bender, professor da Escola de Criação da ESPM e um dos maiores especialistas em estratégia no Brasil, desenrola a linha de raciocínio do livro Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal. Convidado pelo blog, o publicitário oferece um olhar aprofundado sobre as principais questões do livro que ensina a gerir a sua imagem pessoal como um legítimo negócio.

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Você fala que ao ler seu livro o leitor não vai ficar calmo (a trilha sonora dele está mais para punk rock do que Enya), pelo contrário. O que você quer despertar no leitor?

Não acredito na linha da tradicional auto-ajuda que mostra a desgraça dos outros para fazer comparações e levar o sujeito a pensar que todos somos grandes campeões. A realidade é o contrário. Boa parte de nós estamos perdidos em nossas carreiras. Uns perdidos ganhando bem, a grande maioria perdida, ganhando mal e sofrendo, mas sem saber muito para onde estão indo. Essa é a grande realidade da maioria das pessoas. Então procuro provocar, questionar, cutucar, apertar na ferida, para que o leitor possa fazer uma reflexão sobre o que pode ser feito. Boa parte do processo está na atitude, mas defendo que só atitude não resolve. É preciso ter um plano, um foco e estratégia, um posicionamento que possa servir de filtro técnico para tomada de decisão e uma bandeira que o faça levantar de manhã, enfrentar adversidades e buscar os seus melhores sonhos. Quero que o leitor possa fazer uma profunda reflexão sobre a administração da sua marca pessoal, que acaba tendo influência sobre sonhos de vida, profissão, carreira e realização pessoal.

Comente a pesquisa e o processo de criação do livro.

Trabalhei insanamente no primeiro esboço deste livro no verão de 2002. Tirei as minhas primeiras e únicas férias de 30 dias na vida e fiquei 30 dias consecutivos trabalhando nos originais. Antes disso, tinha devorado mais de duas dezenas de livros sobre carreira e tinha percebido que nenhum deles tratava de estratégia e de branding. Foi aí que começou a idéia de escrever um livro que pudesse tratar de carreira, mas com um enfoque de branding e de estratégia. Terminei os originais e engavetei até 2005. Segui lendo muitas biografias, outros livros de carreira, planejando meus clientes e este material foi enriquecendo. Em 2005, reescrevi alguns capítulos e engavetei de novo. E agora, no final de 2008, depois de ser contratado pela Editora Integrare, reescrevi boa parte dele, atualizando exemplos, ajustando o texto e escrevendo os capítulos finais.

Qual a relevância de manter a boa imagem da sua marca pessoal e qual o melhor caminho para se fazer isso?

Acredito que somos e seremos cada vez mais escolhidos com base na reputação e na capacidade de gerar confiança no mercado. Nosso valor como marca pessoal está aí. Cada vez mais a confiança ou a desconfiança será o ponto crítico entre o sucesso e o fracasso profissional. E confiança vem da reputação que construímos. Para isso é imprescindível que tratemos nossas marcas pessoais com o mesmo rigor e a mesma técnica com a qual fizemos branding corporativo. Não existe um mesmo caminho ou uma receita única. Cada marca deve ser tratada como singular e como tal terá um plano específico que dependerá de cada um, da capacidade de empreender, da bagagem técnica, da atitude, do ponto em que está, do tamanho dos seus sonhos, dos seus objetivos. O fundamental é saber para onde se está indo e ter um plano para isso.

Qualquer um pode criar e fortalecer a sua marca pessoal?

Sim. Personal Branding não é somente para pessoas célebres e visíveis, mas para qualquer pessoa que queira realizar alguma coisa na vida e que essa coisa passe pela sua pessoa, pela sua marca pessoal. Seja para aqueles que sonham com grandes ou pequenos sonhos. É indispensável para quem quer entrar no mercado e para aqueles que já estão no mercado, mas que não estão felizes e querem se reposicionar. Como também para aqueles que já estão no alto da carreira, mas que querem conquistar mais. Serve tanto para o presidente da empresa, quanto para os profissionais liberais, empregados e iniciantes que aspiram um dia chegar lá. 

Como você desenvolveu o seu personal branding e o quão útil ele foi ao longo da sua trajetória? Lembra de algum episódio em especial?

Quando se tem objetivos e um foco para a marca fica bastante claro e simples tomar decisões difíceis na carreira. Quando não se tem, as oportunidades e ameaças se confundem e como não sabemos o que queremos ou para onde estamos indo, acabamos tomando decisões emocionais que nos levam, muitas vezes, à nada ou a fazer o que todo mundo está fazendo. Fazer um novo curso ou dar aulas? Trocar de mercado, de emprego ou ficar nesta empresa? Muitas oportunidades podem ser perdidas ou algumas aparentes oportunidades tornarem-se fracassos quando não se tem esse foco de marca.

Meu plano pessoal sempre esteve presente em todas minhas decisões profissionais nestes últimos dez anos. E muito me ajudou em várias delas. Quando saí da sociedade na agência Martins e Andrade em 2007, recebi em seis meses, dezessete propostas de emprego em agências e veículos. Algumas delas muito boas. Uma delas parecia ser a mais significativa da minha vida em termos financeiros, (era uma loucura rejeitar) mas agradeci e rejeitei porque tenho certeza de que me tiraria do foco e do caminhho que tracei para mim.

Em uma entrevista anterior ao blog você falou que o novo desafio do planejamento estratégico para marcas é pensar o branding como negócio e não como propaganda. Como seria pensar o personal branding como negócio?

Branding para mim é negócio e não comunicação. Personal Branding da mesma forma. O conceito trata, essencialmente, de gerar valor como marca pessoal, ou seja, tratar profissionais e suas marcas como empreendimentos. Isto é pensar-se como uma empresa, como um negócio que deve ser desejado no mercado, que deve ser rentável, que deve ser percebido com mais valor do que os outros profissionais que competem na mesma área. Ou seja, nossos desafios como profissionais são os mesmos das marcas corporativas num mercado cada vez mais competitivo e impiedoso com quem não tem gestão de marca.

A ESPM está desafiando os alunos a pensar fora da caixa, ou seja, sair da zona de conforto. O que é, na tua opinião, “quebrar a caixa”?

É ótimo esse conceito. É como pensar fora do quadrado. Pra mim, significa parar de ser tão normal, parar de ser tão igual, parar de ser seguidor, rebanho. Esse, pra mim, é o principal problema de frustração das pessoas no mercado: andarem no meio do rebanho. Não apostarem nas suas singularidades, não conseguirem pensar em gerar um valor único que só elas possam oferecer e acabarem sendo medianas, medíocres, com vidas medianas e compradas ao preço médio de mercado.

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Para saber mais sobre Personal Branding, entre no Blog do Arthur Bender. Lá se encontram mais de cem posts relacionados a estratégia, inteligência e branding. Encontre mais sobre Arthur Bender também aqui nos posts Bender, o autodidata e “Pensar o branding como negócio e não como propaganda”.


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A jornada fotográfica de Leopoldo Plentz

Escrito por Luiza Piffero on 18/09/2009 – 18:11 -

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Esse mapa indica o caminho que o fotógrafo e professor do Curso Avançado de Fotografia Digital Leopoldo Plentz percorreu para capturar centenas de imagens da fronteira. Também foram incluídas no roteiro, Montevideo e Buenos Aires. A viagem, realizada em 2004, vem à tona na seleção de 25 fotografias da exposição “Fronteira Sul”, com vernissage aberto ao público nesta segunda-feira (21/09), às 19h, na livraria FNAC do Barrashopping Sul.

“Eu fiz uma série de viagens em busca de uma identidade da fronteira. Se tu pega o sul do Rio Grande do Sul, o Uruguai e uma parte da Argentina, essa identidade acaba sendo bastante geológica. É a identidade do pampa onde se forja a figura do gaúcho”, descreve Plentz, cuja pesquisa foi incentivada pela Bolsa Vitae de Artes. Nas imagens em preto e branco está estampada a melancolia e a nostalgia dos tempos áureos da pecuária.
Jaguarão

Jaguarão, RS

Pelo caminho, Plentz foi descobrindo cidades perdidas no tempo como a minúscula Tranqueiras: “é uma simpática cidade de ferroviários com meia dúzia de habitantes”, comenta o fotógrafo. Assim como Jaguarão, Bagé – nas quais a sofisticação arquitetônica denuncia a riqueza que um dia existiu - e várias outras cidades que nas lentes de Plentz se revelam extremamente fotogênicas. A pequena Melo, vila celebrizada pelo filme “O Banheiro do Papa”, de certa forma, levou ao cinema o mesmo espírito que Plentz captou em suas fotos. “A paisagem do sul sempre me encantou, aquela planura, enxergar longe, o silêncio e o vento. Tem a lembrança de um tempo em que não havia cercas, em que a própria fronteira praticamente não existia.”

Paisagem do pampa

Paisagem do pampa

Para ver outras fotos exclusivas da exposição, acesse o Flickr da Escola de Criação.


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Langhammer para Panvel

Escrito por Luiza Piffero on 26/06/2009 – 19:05 -

Nesta sexta-feira, o diretor Robson Langhammer vem ao blog da Escola de Criação para comentar a sua última campanha. O trabalho, para a rede Panvel de farmácias, busca transmitir o conceito “Você sempre bem” em três peças divertidas. O conceito é da agência Competence e a direção de arte é de outro professor da Escola de Criação, Rogério Nazari.

Além de lecionar no Curso Avançado de Produção Audiovisual Publicitária da Escola de Criação, Langhammer conduz a Cápsula Cinematográfica. Ao longo de 11 anos na direção de comerciais já trabalhou para clientes como Cia. Zaffari, Azaléia, Olympikus, TVA/Playboy TV, Tramontina, Grendene, Zero Hora, RBS TV e vários outros. Assista aos filmes e aproveite a oportunidade de comentar o trabalho de Langhammer.

Podes falar um pouco sobre como foi a filmagem? Foi complicado lidar com tantos atores?

Foi bastante exaustivo e desafiador, pois foi uma campanha baseada na direção de atores. Eram muitas pessoas com origens diferentes, a maioria não sendo ator profissional. Foi um longo dia extraindo o melhor de cada um para a história do filme. Mas esse era o desafio, e assim, relizamos uma campanha de sucesso. E esse sucesso se deve à competência da nossa equipe e do alinhamento que tivemos com a Competence e com a Panvel.

Qual a intenção destes três vídeos? Ao focar em três perfis diferentes de cliente, vocês queriam atingir todas as fatias de público?

Transmitir o conceito “Você sempre bem” de uma maneira leve e divertida, com situações que acontecem no dia-a-dia de uma Panvel. A diversidade de idades e pessoas veio da própria criação da Competence, do Marcelo Pires, e isso retratou a realidade do cliente.

Qual o retorno que tu recebeste dessas peças?

Os filmes tiveram um ótimo retorno, os clientes da Panvel se identificaram com a campanha e comentam como são divertidos os filmes.


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